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Uniformes com acabamento antimicrobial

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Riscos de contaminação por microorganismos estão presentes nos mais variados ambientes de trabalho. Embora o segmento da saúde seja o mais lembrado quando se fala desse assunto, é importante saber que há outras áreas onde essa ameaça se faz presente.

Devido às atividades que desempenham e ao risco de contaminação inerente a elas, profissionais de saúde e da área alimentícia precisam adotar medidas de biossegurança. Afinal de contas, em ambientes onde há contato com microorganismos não é difícil que eles se alojem nas vestimentas e se proliferem no tecido, transformando a própria roupa numa fonte de contaminação. Além dos segmentos de saúde e de manipulação de alimentos, o uniforme com acabamento antimicrobial também é um diferencial para o setor industrial, visto que tecidos convencionais disponíveis no mercado não possuem as mesmas propriedades.

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Linha Hospitalar

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A utilização de uniformes por profissionais da área de saúde começou no século XIV, na chamada Baixa Idade Média. Devido à peste bubônica, que dizimou um terço da população europeia, médicos e enfermeiros começaram a utilizar vestimentas com a finalidade específica de se protegerem do contato direto com os fluidos corporais das pessoas infectadas. Eram usados aventais, luvas e uma espécie de “bico” para proteger o nariz. Nesse primeiro momento, acreditava-se que quanto mais suja de sangue e de secreções de pacientes fosse a roupa, mais digno de respeito era o profissional.

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Conheça e entenda: uniformes da área gastronômica

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O universo da gastronomia fascina muita gente, desde os apreciadores de pratos mais refinados até aqueles que se sentem atraídos pelo aprendizado da arte de combinar ingredientes e sabores. Além do talento e da ousadia envolvidas no preparo de uma receita surpreendente, a tradicional apresentação pessoal dos profissionais da gastronomia contribui para criar a aura de magia em torno da atividade de cozinhar. A imagem de um cozinheiro ou chef de cozinha vestido a caráter inspira a confiança de que aquele profissional sabe bem o que está fazendo. É por isso que os uniformes usados na área gastronômica seguem padrões bem estabelecidos e bastante antigos.

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Uniformes profissionais e a boa imagem das empresas

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A apresentação pessoal dos funcionários de uma empresa tem grande influência na construção da imagem dela. Considere a má impressão que clientes, fornecedores e parceiros têm, naturalmente, quando vêem integrantes da equipe de uma determinada organização vestidos de forma inadequada ao ambiente de trabalho. A falta de bom senso das pessoas pode ser surpreendente, e não é raro que nas empresas o estilo pouco convencional de um funcionário ou as roupas muito curtas, justas ou decotadas de outra sejam alvo de comentários entre os colegas. Por outro lado, uma empresa em que todos se vestem de maneira apropriada gera uma boa impressão nos públicos interno e externo, o que contribui para a credibilidade da organização e o fortalecimento de sua boa imagem.

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Uniforme obrigatório: reponsabilidades de empregadores e empregados

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Uma das formas mais eficazes de uma empresa promover sua própria marca por meio de seus funcionários é adotando o uso de uniformes. Apesar de ser uma prática comum, a exigência do uso de uniforme ainda traz dúvidas a muita gente: quando a empresa obriga a usar farda, quem deve arcar com as despesas? Quantas peças devem ser fornecidas? E se a roupa for manchada, a empresa tem a obrigação de fornecer outra? Confira neste artigo o que diz a legislação a respeito dessas e outras questões. Vale ressaltar que a abordagem a seguir é válida apenas em relação aos uniformes comuns, com finalidade de apresentação pessoal dos trabalhadores, e portanto não se aplica aos uniformes que atuam como equipamentos de proteção individual (EPI).

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Lei entra em vigor que obriga a lavagem profissional de uniformes

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Uniformes e jalecos de profissionais que lidam com substâncias nocivas, se forem transportados e higienizados de maneira inadequada, podem ser foco de contaminação e facilitar a transmissão de doenças. O alerta é do Sindilav (Sindicato de Lavanderias e Similares do Município de São Paulo e Região), que reúne 3,6 mil empresas de um dos mais importantes setores do país. A entidade luta para estender a todo o País uma lei – em vigor apenas no Estado de São Paulo – que obriga a lavagem profissional de uniformes.

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Uniforme, Limpeza e Responsabilidade

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O empregador pode exigir que os empregados utilizem uniformes, constituindo cláusula do contrato de trabalho. Em algumas atividades, como vigilantes, por exemplo, o uniforme é exigência da própria atividade para a identificação da pessoa que está no desempenho daquela função.

Cabe ao empregador o fornecimento gratuito (art. 462 CLT) de uniforme e acessórios, como a maquiagem, quando exigidos para trabalho. Deverá indenizar gastos suportados pelo empregado para cumprir sua exigência. A indenização, nesta hipótese, pressupõe que os gastos sejam provados, ônus que incumbe ao empregado.

Dois outros temas sempre vinculados ao uso do uniforme referem-se a remuneração do tempo gasto para o empregado se uniformizar e as despesas com a limpeza do uniforme.

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Tel: 85 3182-7650 | vendas@bioluzuniformes.com.br | R. Conselheiro Tristão 298, Centro | Fortaleza | Ceará

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